Destaque, Notícias › 09/11/2017

32º Domingo do Tempo Comum

Deus deseja ser encontrado

Frei Gustavo Medella

Quando brinca de se esconder, a criança bem pequena até se esconde, atrás da cortina ou do sofá. No entanto, é visível sua ansiedade por ser encontrada. Não cansa de dar sinais. Tosse, mexe-se, esboça uma risadinha que normalmente desemboca numa gostosa gargalhada quando aquele que a procurava exclama: “Achei!”. Celebra a alegria de ser reconhecida, de perceber que não está só e que sua presença no mundo não é indiferente àqueles de quem ela se encontra tão perto.

Na 1ª Leitura deste 32º Domingo do Tempo Comum (Sb 6,12-16), a Sabedoria assume postura semelhante à da criança que brinca de esconde-esconde: anseia por ser encontrada por aqueles que a procuram: “Ela [a Sabedoria] é facilmente contemplada por aqueles que a amam, e é encontrada por aqueles que a procuram” (v. 12). Ainda mais, mesmo quando não procurada, “sai à procura dos que a merecem, cheia de bondade, aparece-lhes nas estadas” (v. 16).

Em Jesus Cristo, Deus deseja ser encontrado pela humanidade. Não mede esforços para estar juntos de seus filhos e filhas, guardando-os e conservando-os no amor. Conforme explicita São Paulo na 2ª Leitura (1Ts 4,13-18) em Jesus Deus nos traz para muito próximo d´Ele.

Os temas da procura e da espera também se fazem presentes no Evangelho (Mt 25,1-13). Na Parábola das Dez Virgens, Jesus recorda a responsabilidade pessoal de cada um na aplicação prática da bonita Teologia que o Mistério da Encarnação propõe. O encontro com o Senhor é uma experiência originariamente pessoal que, quando bem vivida, desemboca necessariamente na criação de laços profundos entre as pessoas. O óleo do sentido desta consagração, do encantamento e da vibração pelo Projeto do Reino, deve ser sempre reabastecido na recordação viva deste encontro fundamental com o Mestre.


Estejam preparados

1ª Leitura: Sb 6,12-17
Sl 62
2ª Leitura: 1Ts 4,13-18
Evangelho: Mt 25, 1-13

* 1 “Naquele dia, o Reino do Céu será como dez virgens que pegaram suas lâmpadas de óleo, e saíram ao encontro do noivo. 2 Cinco delas não tinham juízo, e as outras cinco eram prudentes. 3 Aquelas sem juízo pegaram suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4 As prudentes, porém, levaram vasilhas com óleo, junto com as lâmpadas. 5 O noivo estava demorando, e todas elas acabaram cochilando e dormiram. 6 No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Saiam ao seu encontro’. 7 Então as dez virgens se levantaram, e prepararam as lâmpadas. 8 Aquelas que eram sem juízo disseram às prudentes: ‘Dêem um pouco de óleo para nós, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. 9 As prudentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode faltar para nós e para vocês. É melhor vocês irem aos vendedores e comprar’. 10 Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11 Por fim, chegaram também as outras virgens, e disseram: ‘Senhor, Senhor, abre a porta para nós’. 12 Ele, porém, respondeu: ‘Eu garanto a vocês que não as conheço’. 13 Portanto, fiquem vigiando, pois vocês não sabem qual será o dia, nem a hora.»


* 25,1-13: Nesta parábola, o noivo é Jesus, que virá no fim da história. As virgens representam as comunidades cristãs, que devem sempre estar preparadas para o encontro com o Senhor, mediante a prática da justiça (o óleo).

Bíblia Sagrada – Edição Pastoral


32º Domingo do Tempo Comum, ano A

Frei Ludovico Garmus, ofm

Oração: “Deus de poder e misericórdia, afastai de nós todo obstáculo para que, inteiramente disponíveis, nos dediquemos ao vosso serviço”.

Primeira leitura Sb 6,12-16

A sabedoria é encontrada por aqueles que a procuram.

Sabedoria é o último livro do Antigo Testamento, escrito no Egito, entre os anos 30 a.C. e 40 d. C. Nos capítulos 6 a 9 o autor personifica a sabedoria, fala dela como se fosse uma pessoa viva e atuante na história de Israel e dos povos. O texto de hoje se dirige aos “reis e juízes dos confins da terra” (Sb 6,1). Na realidade, dirige-se a todas as pessoas que procuram ser sábias e justas. A sabedoria pode ser facilmente contemplada por todos. Ela não é inacessível. Basta amá-la e procurá-la. Ela mesma se antecipa, dando-se a conhecer “por aqueles que a procuram”. Cheia de amor, a sabedoria sai à procura de quem nela pensa e medita. Quem a busca desde a madrugada, vai encontrá-la já sentada à sua porta. É uma atração, uma procura mútua, como a da amada pela amado no livro do Cântico dos Cânticos. A sabedoria é o próprio Deus que procura o ser humano e a ele se revela. É o Deus misericordioso que espera ser procurado: “Buscai o Senhor, enquanto se deixa encontrar, invocai-o enquanto está perto” (Is 55,6). E Tiago nos exorta: “Aproximai-vos de Deus e ele se aproximará de vós” (Tg 4,8a; veja o Evangelho). E Paulo identifica a sabedoria com Cristo, “sabedoria de Deus”.

Salmo responsorial: Sl 62

A minha alma tem sede de vós, e vos deseja, ó Senhor.

2. Segunda leitura: 1Ts 4,13-18

Deus trará de volta, com Cristo,
os que através dele entraram no sono da morte.

O apóstolo Paulo e a comunidade dos cristãos de Tessalônica consideravam a segunda vinda do Senhor muito próxima e a esperavam com fervor. O evento escatológico da manifestação do Senhor, no fim dos tempos (parusia), poderia acontecer enquanto eles estivessem ainda vivos. Pode ter surgido então a pergunta: o que haveria de acontecer com os cristãos que já falecidos? Para alguns a alegria da esperança da vinda do Senhor era perturbada pela tristeza: os parentes falecidos haveriam de permanecer na morada dos mortos, enquanto eles mesmo haveriam de ressuscitar? Na resposta, Paulo quer reavivar a fé e a esperança na ressurreição, abaladas por esta dúvida. Primeiro Paulo reafirma a fé na ressurreição dos mortos: Se Cristo morreu e ressuscitou, Deus fará ressuscitar com Cristo também os que morreram em Cristo. Mas os que forem deixados em vida para a vinda do Senhor não levarão vantagem em relação aos que morreram. Pois quando o Senhor vier, os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, os que foram deixados em vida serão arrebatados, com os já ressuscitados, para estarem sempre juntos com Cristo ressuscitado. Por fim, Paulo convida a todos os cristãos a se exortem uns aos outros com as mesmas palavras que ele lhes escreveu.

Aclamação ao Evangelho

É preciso vigiar e ficar de prontidão;
Em que dia o Senhor há de vir, não sabeis não.

3. Evangelho: Mt 25,1-13

O noivo está chagando. Ide ao seu encontro.

Os três últimos domingos do Ano Litúrgico ocupam-se com o destino final do ser humano e do universo. A primeira leitura tem em comum com o Evangelho o tema do encontro: encontro com a sabedoria (Sb 6,12-16) e o encontro com Cristo, o Esposo escatológico (Mt 25,6). A parábola das dez “virgens” nos fala deste encontro escatológico com Cristo Jesus. A mensagem da parábola se baseia numa festa de casamento. Era costume naqueles tempos de o noivo, acompanhado por seus amigos (cf. Jo 3,26-29), dirigir-se até a casa da noiva para buscá-la e introduzi-la como esposa na sua casa. Por sua vez, a noiva, acompanhada pelas suas amigas, aguardava a vinda do noivo para acompanhá-lo, em cortejo com suas amigas, até a nova moradia. As amigas da noiva eram dez “virgens”, isto é, moças solteiras. Todas deviam estar preparadas para receber o noivo e acompanhar a noiva, quando ele viesse. Cansadas de esperar, todas acabaram cochilando. De repente alguém grita: “O noivo está chegando! Ide ao encontro do noivo!” Todas estavam preparadas, mas nem todas estavam prevenidas. Cinco delas eram imprudentes e não trouxeram uma reserva de óleo consigo. As que trouxeram óleo não puderam dividir, porque poderia faltar óleo e todas ficariam no escuro. E recomendaram às moças imprudentes que fossem comprar óleo. As moças prudentes entraram com os noivos e a sala foi fechada. Quando chegam as moças imprudentes e bateram na porta pedindo para entrar na sala, o noivo diz: “Não vos conheço”.

O que nos diz a parábola? O importante é o encontro do noivo (Cristo) com a noiva (Israel e os cristãos). O óleo fez a diferença entre as moças desprevenidas que não trouxeram uma reserva de óleo consigo, e as prevenidas que tinham a sua reserva. Quando o Evangelho de Mateus foi escrito, parte do povo de Israel não acolheu Jesus Cristo, como o Messias esperado e foram excluídos da festa de casamento. Por outro lado, havia cristãos que deixaram de “vigiar” e de estar preparados para a segunda vinda do Senhor. Daí a conclusão da parábola: “Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”. – E você está preparado, “vigiando” com o óleo das boas obras, esperando com fé, pronto para receber a Jesus Cristo quando Ele vier?


Felizes os convidados para a grande festa

Frei Almir Guimarães

Nosso maior erro é permanecer na mera satisfação de algumas de nossas necessidades. Será que não existem entre nós homens e mulheres acabados sem nenhum desejo de superação, tediosamente instalados numa vida satisfeita? (José Antonio Pagola)

Aos poucos vamos chegando ao final do Ano Litúrgico de 2017. Dentro de poucas semanas entramos nas plagas do advento e tudo começará de novo. Seremos acompanhados pelo evangelho segundo Marcos. Hoje somos penetrados interiormente, pela profunda e contundente parábola das virgens que foram convidadas para participar de uma festa de casamento. Havia moças prudentes e outras descuidadas. Umas foram vigilantes e outras se cansaram de esperar e, na hora devida, sem as lamparinas acesas, não puderam ter aceso à sala da grande festa. Fracassaram em seu viver. Não tiveram paciência de esperar as visitas do Senhor.

Uma parábola, uma historieta inventada por Jesus e recolhida pelas primeiras comunidades. A volta de Jesus parecia estar demorando e alguns de seus seguidores quase desanimavam de esperar. Os evangelistas resolveram alertar seus leitores com a insistência da vigilância.

Intimidade com Deus, ingresso num movimento de humanização da terra, criação e alimentação de laços de amor com o Ressuscitado, projeto de seguimento do Senhor, vida de fé e de esperança e de serviço carinhoso para com os irmãos. Viver a ventura do Amor no tempo que passa, no lusco-fusco da fé. Perseverança, vigilância, coragem de caminhar na noite escura da aridez, de enigmas e de provações. Será fundamental sempre ter lâmpadas acesas nas mãos e não se jogar exauridos à beira da estrada entretendo-nos com paliativos e distraindo-nos com as máquinas modernas de comunicação.

Não somos apenas convidados para um banquete de amor e de festa. Nós somos os esposos e esposas. Não nutrimos com o Deus belo e grande relacionamentos frios e secos. Que devemos fazer para estarmos prontos para o encontro com o Senhor? Esse encontro significa uma aventura de entrega e amor irrestritos. No fundo está em questão a qualidade do desejo. Sem que o desejo seja alimentado, nossa intimidade com o Senhor fica prejudicada. Reduz-se a algumas práticas religiosas “salpicadas de água benta” No dia a dia da vida, a espera deverá ser ardorosa e não marcada pelo tédio e pelo cansaço.

Ardor, desejo… Isso não quer dizer vivência sentimental e “sentimentaloide” da fé, mas esforço de fazer com que ele, o Amado, o esposo seja buscado corajosamente mesmo nos momentos de secura ou de aridez espiritual. Nada pode nos satisfazer completamente. No campo de nossa intimidade com o Senhor há um já no regime da fé e um ainda não na esperança do que vem. Na serenidade de nossa vida cristã já estamos na sala das núpcias.

Há pessoas que, no fundo, desejam que nada mude. Seria o cristianismo das coisas certinhas e bonitinhas, cristianismo de conservação, mas sem fogo.

Como manter as lâmpadas acesas?

Visitando o interior, não deixando o Senhor abandonado lá dentro de nós já que nosso interior é sua casa; sempre de novo questionando: “o que queres de mim?”; não pensar que nossos projetos no campo da fé constituem a última palavra; ser capazes de nos deixar surpreender pelo Senhor que vem sem marcar dia e hora; ter delicadeza de consciência.

Concluindo

O Evangelho nos convida à vigilância. A esperança cristã não instala não se instala na inconsciência. Ao contrário, inquieta, anima nossa responsabilidade e criatividade, não nos deixa descansar. Uma pessoa que mantém acesa a lâmpada da esperança é uma pessoa eternamente insatisfeita, que nunca está de todo contente, nem consigo mesmo nem com o mundo em que vive. Precisamente por isso, pode-se vê-la comprometida onde se está lutando por uma vida melhor e mais libertada (José Antonio Pagola).


Quando se apaga a esperança

José Antonio Pagola

Pensamos às vezes que o contrário da esperança é o desespero. Nem sempre é assim. Numa época de crise como a nossa, a perda de esperança se manifesta sobretudo numa atitude de desesperança que vai penetrando tudo. É fácil observar hoje este “desgaste” da esperança em grande número de pessoas.

Às vezes, o traço mais evidente deste desgaste é a atitude negativa diante da vida. Quem perde a esperança vai vendo tudo de maneira cada vez mais obscura. Não é capaz de captar o bom e o belo que existe na vida. Não consegue ver o lado positivo das coisas, das pessoas e dos acontecimentos. Tudo está mal, tudo é inútil. Nessa atitude desesperançada, a pessoa vai desperdiçando suas melhores energias.

A falta de esperança se manifesta outras vezes numa perda de confiança. A pessoa já não espera mais alguma grande coisa da vida, da sociedade e dos outros. Principalmente não espera muita coisa de si mesma. Por isso vai rebaixando aos poucos suas aspirações. Sente-se mal consigo mesma, mas não é capaz de reagir. Não sabe onde encontrar forças para viver. O mais fácil então é cair na passividade e no ceticismo.

A desesperança também pode vir acompanhada da tristeza. A alegria de viver desaparece. A pessoa ri e se diverte por fora, mas existe algo que morreu em seu interior. O mau humor, o pessimismo e a amargura estão cada vez mais presentes. Nada vale a pena. Não há um “porquê”: uma razão para viver. A única coisa que resta é deixar-se levar pela vida.

Às vezes a falta de esperança se manifesta simplesmente no cansaço. A vida se converte numa carga pesada, difícil de aguentar. Falta impulso, resolução e entusiasmo. A pessoa se sente cansada de tudo. Não é uma fadiga normal resultante de um trabalho ou atividade extenuante. É um cansaço vital, um tédio profundo que nasce de dentro e envolve toda a vida da pessoa.

Sem dúvida são muitos os fatores que podem gerar este desmoronamento da esperança, mas muitas vezes tudo começa com a perda de “vida interior”. O problema de muitas pessoas não é “ter problemas”: mas não ter força interior para enfrentá-los.

Quero lembrar umas palavras desse filósofo agnóstico, tão pouco suspeito de devaneios espirituais, que é Rafael Argullol: “Creio que sob nossa aparência de fortaleza material e técnica há uma fraqueza substancial. A silhueta espiritual do ser humano vai-se adelgaçando”. Segundo o escritor catalão, essa “delgadeza espiritual” está na origem do medo, da insegurança e da inconsistência do ser humano contemporâneo.

São momentos de recordar a parábola de Jesus e sua advertência. É uma insensatez deixar que se extinga “o óleo de nossas lâmpadas’: Uma pessoa vazia de espírito e empobrecida interiormente não pode caminhar para seu verdadeiro progresso, nem orientar-se para sua salvação definitiva. Às vezes, o traço mais evidente é a atitude negativa.

Texto extraído do livro “O Caminho Aberto por Jesus”, de José Antonio Pagola, Editora Vozes.


A “Parusia”

Johan Konings, SJ

O fim do ano litúrgico é marcado pelo pensamento do Fim – fim e finalidade da vida e do mundo. Isso coincide com o fim da pregação de Jesus conforme os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas: em todos os três, os últimos diálogos da vida pública de Jesus giram em torno do Fim e do Juízo.

A 1ª leitura nos ensina o que é “vigilância religiosa”: quem levanta cedo encontra a sabedoria de Deus sentada à sua porta… E, no evangelho, Jesus narra a parábola das jovens companheiras da noiva, na noite do casamento: as previdentes levaram óleo para esperarem o cortejo nupcial com as lâmpadas acesas, mas as negligentes se atrapalharam e ficaram sem óleo e sem festa! Quem se prepara para o acontecimento revela a atenção de seu coração; quem vive distraído mostra o contrário. A vigilância atenta é uma forma do amor, amor que nos toma dispostos a encontrar o Cristo em qualquer momento, mesmo se ele demora. A atitude certa diante do Fim esperado é o amor, não o medo.

“Como o noivo demorasse”, diz o evangelho (Mt 25,5). A teologia falou muito na demora da “Parusia”, termo que significava a festiva visita do Rei e, daí, a vinda gloriosa de Jesus. Os primeiros cristãos esperavam a volta de Cristo para breve. Assim, por exemplo, os tessalonicenses (2ª leitura) esperavam a Parusia para já, mas estavam preocupados com o destino dos fiéis que já morreram. Ficariam excluídos? Paulo lhes assegura: os que já faleceram ressuscitarão primeiro, para entrar na glória de Cristo, e depois seguirão os ainda vivos, entre os quais, ele mesmo (v. 17)! O bonito deste texto é o anseio para estar sempre com Cristo, todos unidos.

E nós, hoje, como ficarmos de prontidão, se depois de vinte séculos de espera ele ainda não veio? Geralmente imagina-se a vinda de Cristo exclusivamente como sua volta no fim dos tempos, para julgar o mundo e a história. Mas Jesus vem também em nossa vida, já. Por exemplo, no pobre que nos interpela (como veremos no 34° domingo). Aos pobres, pelos quais Cristo vem a nós, devemos dedicar a mesma atenção “vigilante” que dedicaríamos a Cristo, se ele voltasse hoje.

Mantenhamos, pois, nossas lâmpadas acesas, alimentemos nossa “espiritualidade”, o espírito alerta para o encontro com Cristo. Vivamos cada momento do dia como um possível encontro com Cristo. Façamos de manhã nossa “agenda” com vistas ao encontro com Cristo em nossos irmãos. Quem vamos encontrar? Com que espírito?

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes.

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