Notícias › 21/07/2017

Missa das 9h no Pari

Domingo pela manhã fui à missa na querida Igreja Matriz de Santo Antonio do Pari.

Ali , o lugar de tão belas lembranças, claro, também de tristes momentos onde pranteamos parentes e amigos nas cerimônias de sétimo dia de pessoas que nos foram caras.

Casamentos, batizados, procissões, orações quietinho no silêncio, num encontro com Deus.  Acompanhado de entes queridos, vizinhos, vivi momentos de profunda fé e amizade. Momentos de grande reflexão, de cultura, embevecido por homilias dos mais diversos freis, muitos na realidade inspirados pelo Espírito Santo, tal a eloquência em que se dirigiam aos fiéis. Como entrar no templo de Santo Antonio do Pari e não nos lembrarmos de Frei Agostinho, de Frei Paulo Luig, que eu conheci bem idoso, Frei Gilberto, Frei Gilmar e de tantos e tantos outros, que sempre trouxeram tanta espiritualidade ao povo pariense.

Enfim, lá sinto-me em casa.

O Pari, hoje, é uma verdadeira ONU, as mais diversas nações estão representadas no nosso bairro. Na missa das 9 não é diferente.

Lá estava o bom e velho amico Aldo, as amigas de minha família as portuguesas Gilda e Maria Lígia, um grupo de cinco pré adolescentes, acompanhadas de um casal de adultos todos com trajes típicos bolivianos, um casal de árabes após ter comungado, dirigiu-se ao altar da Sagrada Família e rezaram com muita devoção e fizeram o Sinal da Cruz dos ortodoxos, um pouco diferente dos católicos romanos, em vez de mão direita espalmada e da esquerda para a direita, os dedos juntos e da direita para a esquerda, a Ministra da Eucaristia dona Neusinha, filha de espanhóis, no seu trabalho incansável em divulgar a Palavra do Senhor às famílias parienses, enfim, uma amostra do quão nosso rincão recebe cidadãos de vários países do mundo.

Dezesseis jovens seminaristas acompanhavam com fervor as cerimônias religiosas dominicais.

Mas, um momento de grande alegria para mim foi ouvir o belo órgão de nossa igreja ser tocado, e muito bem, por um dos seminaristas. Aquele som vibrante, dando um ênfase todo solene e especial presença de Jesus naquele ambiente, claro que estava.

Por esse motivo, meus queridos conterrâneos, estar no Pari é pura emoção.

Jayme Antonio Ramos

Fonte: historiasdopari.wordpress.com

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